Mapas Culturais em Ação é um programa de consultoria voltado à implantação, qualificação e ativação estratégica do software Mapas Culturais para órgãos de cultura de municípios e estados brasileiros de todos os portes.
O programa combina configuração técnica da plataforma, capacitação aplicada das equipes e orientação para o uso dos dados culturais como apoio à tomada de decisão.
A proposta é desenvolvida conjuntamente pela Conecta Soluções e pela Deck — Inteligência Digital para a Cultura, reunindo implantação tecnológica, formação e inteligência de dados aplicada à gestão pública da cultura.
O Mapas Culturais é um software livre criado pelo Ministério da Cultura e parceiros em 2014 para o mapeamento colaborativo e gestão do fomento à cultura em todo o país. Essa solução oferece aos entes públicos uma infraestrutura digital específica para organizar, atualizar e tornar visíveis informações sobre agentes, espaços, eventos, projetos e ações de fomento à cultura.
Como software livre, a plataforma pode ser adotada por municípios, estados, consórcios e arranjos regionais, reduzindo custos de desenvolvimento e oferecendo uma solução já orientada às necessidades da gestão cultural.
Para quem trabalha na gestão pública, a ferramenta é estratégica pois traz mais agilidade e transparência para a organização de cadastros, gestão de editais, mapeamento territorial, comunicação de resultados, prestação de contas e produção de dados para o planejamento da política cultural.
Um legado para além dos editais
O Mapa Cultural organiza informações que permanecem úteis depois do encerramento de uma chamada pública. Quando alimentado de forma contínua, torna-se uma base permanente sobre a cultura do território, apoiando diagnósticos, planejamento, comunicação e memória institucional.
Dados para conhecer melhor o território
A plataforma permite reunir informações sobre agentes, espaços, eventos, projetos, linguagens, áreas de atuação e distribuição territorial. Esse panorama ajuda a gestão a identificar lacunas, reconhecer dinâmicas culturais e orientar políticas públicas com maior precisão.
Equipe preparada para usar a ferramenta
A implantação ganha consistência quando a equipe compreende as funcionalidades da plataforma e sabe aplicá-las aos desafios concretos da secretaria. Por isso, o programa combina formação, exercícios práticos e orientação voltada ao cotidiano da gestão cultural.
Mais visibilidade para a política cultural
Os dados organizados no Mapa apoiam a transparência, a divulgação de resultados e a prestação de contas sobre as ações realizadas. Também ajudam a cultura a se posicionar melhor dentro da administração pública, demonstrando alcance, diversidade territorial e resultados.
O programa é indicado para secretarias de cultura municipais e estaduais, consórcios públicos, associações de municípios e arranjos regionais que desejam adotar ou qualificar o uso dos Mapas Culturais.
É especialmente recomendado para gestões que:
O programa é modular e pode ser ajustado ao estágio em que cada ente público se encontra: implantação do zero; revisão de um Mapa já existente; capacitação da equipe; ativação de módulos específicos; ou estruturação de indicadores e painéis de dados.
A proposta completa está organizada em três fases.
Apresentação das possibilidades de uso do Mapa Cultural na gestão pública e oficina colaborativa para identificar o ponto de partida da secretaria.
Nesta etapa, são mapeados o estágio atual de organização dos dados culturais, os desafios prioritários da gestão e os módulos que devem orientar o percurso: agentes, espaços, eventos, editais, projetos ou indicadores.
Resultado da fase: prioridades definidas, desafios organizados e caminhos de uso da plataforma alinhados à realidade do território.
Instalação, configuração e personalização do Mapa Cultural no ambiente do ente público, com identidade visual, categorias, linguagens, territórios, tipos de cadastro e perfis de acesso.
A capacitação é realizada por módulos práticos, voltados ao uso cotidiano da plataforma: agentes culturais, espaços culturais, eventos e programação, editais e fomento, dados, indicadores e transparência.
Resultado da fase: plataforma configurada, equipe capacitada e materiais de apoio para operação dos módulos prioritários.
Estruturação do uso dos dados gerados pela plataforma para apoiar o planejamento, o monitoramento, a transparência e a prestação de contas da política cultural.
A fase inclui recomendações para continuidade do uso, definição de indicadores básicos e construção de estratégias de mobilização dos agentes culturais. No pacote completo, contempla também a implantação de um dashboard interativo para acompanhamento dos dados do Mapa Cultural.
Resultado da fase: plano de mobilização, indicadores estruturados, recomendações de continuidade e, quando previsto, painel de dados para acompanhamento da gestão cultural.
Ao final do percurso, a secretaria passa a contar com uma plataforma configurada para sua realidade institucional e territorial, além de materiais e instrumentos que apoiam a continuidade do uso.
Entre as entregas possíveis estão:
A proposta busca fortalecer a autonomia da gestão pública, criando condições para que o Mapa Cultural siga ativo, atualizado e integrado à rotina da política cultural.
A consultoria pode ser contratada em três formatos, de acordo com o estágio de maturidade digital, capacidade de investimento e as prioridades de cada ente público.
Indicado para gestões que já sabem como pretendem utilizar o Mapa Cultural, mas precisam de apoio técnico para implantação ou revisão da plataforma.
O que entregamos:
Duração estimada: 3 semanas.
Indicado para gestões que desejam implantar a plataforma e capacitar a equipe para uso completo dos principais módulos.
O que entregamos:
Duração estimada: 4 a 8 semanas.
Indicado para gestões que desejam integrar o Mapa Cultural ao planejamento, ao monitoramento e à inovação na política cultural do território.
O que entregamos:
Duração estimada: 8 a 12 semanas.
Os pacotes não incluem a execução de editais. O foco da consultoria é estruturar a plataforma, capacitar a equipe e criar condições para seu uso qualificado pela gestão pública.
Os Art. 13 e 14 do do Decreto Nº 11.740/2026, que regulamenta a Política Nacional Aldir Blanc, permite que até 5% dos recursos recebidos pelo ente federativo seja destinada a ações de operacionalização, estruturação e fortalecimento da gestão cultural, incluindo atividades de consultoria.
Através desse dispositivo, o estado ou prefeitura podem investir em:
"ferramentas, sistemas, serviços e plataformas digitais de mapeamento, monitoramento, cadastro e inscrição de propostas, transparência, integração e compartilhamento de dados de gestão da política de fomento no âmbito do Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais - Sniic."